Abílio
Abílio é homem esculpido pelos deuses. Olhar profundo e corpo escultural, do tipo deus grego que faz qualquer mulher (ou homem) suspirar. Nada deixa a desejar com seus braços torneados, peitoral definido, barriga demarcada pela musculatura trabalhada com facilidade.
O tipo de homem que deixa qualquer pessoa impressionada pela beleza.
Mas Abílio é homem simples, modesto e independente.
Não bastasse o corpo gostoso e as mãos grandes ele vem no pacote completo. Toda sua vida estruturada para receber a sortuda que completará sua felicidade.
Não é do tipo galinha, na verdade esconde sua beleza tímido por se sentir o “patinho feio” desde que era o pequeno Abílio.
Seu sexo é do tipo que enlouquece, insaciável e intenso.
Conheceu Margarida, mulher de traços e corpo bonito, mas complicada como só ela.
Naquela noite inebriada e boêmia suas vidas se cruzaram ao acaso numa surpresa agradável e provocativa. Ele, tímido não sabia que ela lhe observava desejosa enquanto dançava.
Mas a noite lançou-os num abraço intenso e provocativo que enfim terminou numa cama bagunçada pelos seus amassos, a sós.
Haviam se jogado debaixo do chuveiro e ela pudera segurar seu pênis entre os dedos e a boca gulosa impressionada com seu tamanho e rigidez. Homem de pegada forte a levantava com facilidade e já na cama ela via aquele muro gigante suspirante, extasiada: “Gostoso! Hmmm Gostoso!”
Beijava o peito, arranhava as costas e sentia os braços fortes a erguendo para lhe comer apropriadamente. A penetrou sem pena, devagar deixou entrar todo seu tesão seguido de movimentos insaciáveis.
Parecia fazer troça dela quando disse que pra poder foder direito precisava gozar primeiro. E o fez. A camisinha posta deu a primeira mostra de sua foda de deus grego.
Ela, ainda se recuperando, deitou confusa. Mas coisa de 15 minutos depois lá estava ele, beijando-lhe o corpo, entre suas pernas, entre seus seios, e camisinha posta, dentro dela completamente duro novamente.
Margarida não sabia que tinha tirado a sorte grande, Abílio é do tipo que passa horas sem a menor dificuldade provando do mel dos deuses.
E ele queria mais, a jogou de lado rapidamente, ergueu uma das pernas e a segurando com força tomou seu corpo por assalto num movimento misto de frenesi e calmaria. Quando estava perto de gozar diminuía o ritmo, respirava fundo e continuava. Obstinado por fazê-la gozar.
E ela gozou. Mais de uma vez, tonta com tanta energia e força.
Abílio, que acreditava dever, lhe tomou a vulva entre os lábios e ali ficou até arrancar dela o pedido de ser comida novamente.
E ele lhe deu generoso boas doses de seu pau grande, grosso e duro. Conhecedor de suas qualidades ele a penetrava em posições confortáveis, permitindo que entrasse e saísse sem dor. Mas mesmo com todo o cuidado doía. Uma dorzinha gostosa que ela não queria que parasse. Fazia tempo não experimentava um homem de verdade. Fazia tempo não era preenchida dessa forma. E precisava se acostumar ao volume de um tesão selvagem e enlouquecedor como o dele.
Depois que terminou, ele, homem atencioso que é, lhe tomou nos braços e acariciou suas costas com uma suavidade contrastante com aquele sexo selvagem concebido a poucos instantes.
Lá estava Margarida, mulher de sorte, com um sorriso nos lábios, exausta e feliz por ter terminado sua noite nos braços desse homem raro.
Na manhã seguinte deu-se um café da manhã conversando com tanta naturalidade que pareciam se conhecer a anos. Seguiram num fim de semana gostoso, cheio de preguiça e sexo, conversas sinceras e olhos nos olhos.
