Juca e Caio
Juca era um rapaz no auge da beleza dos seus 23 anos.
Porte atlético, dentes moldados pelo aparelho tirado a poucos anos, olhar sedutor e um charme pretensioso.
Tinha experiência no campo feminino desde moleque, quando foi seduzido por uma amiga de sua mãe e perdeu a virgindade sem entender muito bem o que estava fazendo. Tomou gosto pela coisa e passou a seduzir as meninas e fazer suas próprias experimentações.
Descobriu na prática como tirar orgasmos do corpo feminino nas mais variadas situações e posições, fosse com dedos, língua ou seu pênis que como o dono nada tinha de moderado.
Se tratava do tipo que flácido não parece ser grande coisa, mas guarda uma surpresa gostosa: quanto mais excitado, maior fica sendo capaz de alcançar o umbigo, tamanha sua elasticidade e força.
Juca apreciava seu posto auto proclamado de Don Juan, e ostentava uma lista longa de meninas e mulheres de todas as idades que experimentaram de suas habilidades.
Caio era um homem robusto, corpo moldado pelas corridas matinais diárias com seu cachorro.Iniciara suas aventuras bissexuais a coisa de 2 anos, porém não havia assumido perante a família. Apenas amigos e amigas próximos sabiam de suas preferências e ele fazia questão de manter uma postura condizente com sua aparência máscula, pois abominava o tipo que ele costumava chamar de “bicha louca”, que age escandalosamente, sem a menor compostura. Tipos assim não o atraíam em absoluto. Caio gostava de mulheres poderosas e homens charmosos, e sempre tomava a iniciativa.
Frequentava ambientes nos quais não precisava se preocupar com detalhes e tivesse total liberdade de escolher seu/sua parceiro para a noite.
Certa noite, Juca, que fizera uma aposta de que poderia “converter” uma mulher assumidamente homossexual estava na mesma boate que Caio. Lançava um olhar gavião sobre o ambiente e notou a presença de Caio assim como todas as pessoas do lugar. Ele estava bem arrumado, com uma camisa que valorizava seu peitoral e um corte de cabelo muito bem feito.
Juca se deu conta de que era um concorrente forte em potencial, ao perceber que ele estava rodeado de mulheres lindas, algumas com suas próprias amantes em danças sensuais e provocativas.
Caio conhecia bem o tipo de Juca, rapaz novo e prepotente, com muita experiência em sexo e quase nenhuma nos verdadeiros anseios femininos. Notou que sua calça valorizava o membro que entumeceu ao ver suas amigas se beijando provocativas.
Sentiu os olhos de Juca sobre seu peitoral e ao perceber que era observado, Juca logo desviou o olhar.
Havia algum tempo, Caio não experimentava um Foursome e convidou duas amigas bissexuais para se juntarem à brincadeira. Elas, enebriadas pelo ecstasy logo partiram na direção de Juca e o convidaram a se juntar ao grupo.
Surpreso pela iniciativa topou, já certo de que ambas seriam suas num piscar de olhos.
Depois de experimentarem dos beijos trocados entre o casal lésbico, Juca e Caio partiram para um motel luxuoso. Hidromassagem borbulhante entraram os quatro já completamente nus e excitados. Regados a muita champagne os beijos das meninas se dividiram entre os paus de Juca e Caio por alguns minutos.
Nosso Juca estava inebriado pelas muitas doses de bebida e a beleza extasiante das duas mulheres que ele já havia desistido de “converter” posto que a cena de seus corpos se esfregando molhados pagava qualquer aposta.
“Caio tem um corpo atraente também”, pensou Juca um tanto curioso ao ver uma delas ser penetrada por ele. Ele era um homem experiente e coisa de poucos minutos bastaram para leva-la ao primeiro orgasmo.
Compelido pelo orgulho, Juca penetrou a outra gostosa que procurou os seios de sua amante para beijar suculentos. Ele ficou confuso pela demora em fazê-la incendiar e a postou de 4, lhe abraçando e tomando os seios na mão esquerda enquanto equilibrava os dois com a outra mão.
Caio e sua amante já extasiada gostaram da cena e se juntaram aos dois em 4 mãos que passeavam pelos corpos esfregando, arranhando e apertando.
Juca não se importou com os toques ousados de Caio, apenas continuou penetrando, agora mais devagar, procurando o ponto que parecia ter escapado, para presentear à sua amante um orgasmo que condissesse com seu feitio de macho orgulhoso.
Caio se aproximou por trás e posicionou seu pênis ainda ereto sob as nádegas tensas de Juca, testando sua reação. Podia sentir os testículos se movimentando enquanto a penetrava.
Juca não sabia, mas sua gostosa já havia gozado, estava na verdade se preparando para seu segundo orgasmo silencioso e logo pediu, suas palavras, “uma boceta para chupar e lambuzar”. Era só o que faltava.
Tão logo ela pôs a boca sobre os lábios deflorados de sua amante e sentiu o gosto doce de quem havia gozado a pouco, empinou o bumbum para posicionar Juca.
Caio lubrificou Juca que sentiu seu pau endurecer ainda mais dentro de sua gostosa.
Experiente em comer mulheres por trás, Juca sabia o que fazer para não sentir dor e aceitou a cabeça do pau lambuzado de lubrificante vaginal misturado de KY a entrar devagar.
A primeira estocada o fez levantar e seu corpo atlético e suado brilhava sob a luz denotando os músculos bem trabalhados para o deleite de Caio.
Depois da primeira, Caio parou a um ou dois centímetros, ainda dentro de Juca, que por sua vez passou a penetrar freneticamente sua gostosa que gemia de tesão à beira do orgasmo. Juca, sua gostosa e Caio dividiram de um orgasmo intenso, cheio de prazer e gemidos fortes, seguidos de sua amante que gozou na boca molhada da parceira.
Foi assim que Juca teve sua primeira e única vivência bissexual, com o experiente e gostoso Caio, que nunca mais viu.

