Por que é difícil encontrar alguém, mesmo que seja só pra sexo?
São poucas as pessoas que gostam de estar sozinhas, o
tempo todo, curtindo a independência e a liberdade total da solidão. E mesmo
essas pessoas, tem momentos de carência, de desejo sexual, vontade de
conversar.
Mas todos andam na rua com os olhos no chão , mergulhados nos pensamentos, nos
medos, nos problemas, nos planos.
Olhos se encontram ao acaso e logo fogem do contato, tímidos, medrosos, para ignorar(...).
Ninguém diz bom dia, ninguém pede licença ou desculpa, poucos agradecem, muitos são egoístas.
Vamos levando a vida perseguindo desejos e sonhos, fazendo renúncias, aprendendo a amar.
Sexo é tabu, ou motivo de piadas sujas. É uma questão de quantas e não do quanto foi bom.
Mulheres são tratadas feito carne na vitrine não por serem admiravelmente belas e desejáveis, mas por serem descartáveis, em sentimentos e opiniões.
“E aí, comeu?”
É a pergunta da moda pra saber da desenvoltura sexual delas.
“Foi bom, mas ele não beija na hora do sexo, acredita?” Elas indagam com as amigas, lembrando da noite tórrida de um homem pra quem ela se entregou para brincarem juntos. Ela procurava sexo, ele também. Mas bem, ele tem problemas emocionais.
Todos queremos respeito, carinho, orgasmos, uma noite gostosa, alguém pra rir junto, fazer piada besta. Seja para uma vida toda, seja por algumas horas alucinantes – e deixar a semana mais gostosa.
E mesmo que o imediatismo seja o que procuramos, poxa, ainda assim vale a regra do respeito, e do prazer a dois, né?
Nossos “Don Juan’s” deixam a desejar em tantos aspectos, que acaba valendo mais à pena ficar sem sexo do que curtir uma noite despretensiosa.
Ele não sabe dar prazer, não deixa a brincadeira de cabo de guerra pender pro lado dela, não sabe fazer um bom sexo oral. Não sabe brincar, não sabe usar o próprio pau, nem faz ideia de como seduzir uma mulher inteligente.
Amizade com um bom sexo então? Aff... Difícil, hein?
Inebriar as noites, curtir uma boa banda, andar de bicicleta... Um chamego, um xêro, uma rapidinha no intervalo do trabalho.
Se não é só uma noite, mas também não é algo sério, por que não poderia ser divertido?
Bom, acho que as pessoas estão sérias demais, com seus Iphones de ponta, seus fones de ouvido cheios de música, suas preocupações.
Não sorriem, não demoram olhares, procuram sem se dar ao trabalho de expandir, se moverem.
Aí a gente não muda, não faz novas amizades, não conhece novos mundos.
Tantas formas diferentes que há por aí pra se viver a vida, e nos privamos de aprender coisas novas. As manhas e artimanhas de viver.
Um banho de rio regado a amassos, fazer uma trilha e ver o sol dormir acima das nuvens. Cinema, chopp, passar a manhã de domingo na cama. Comer algo gostoso e sentar pra falar das trivialidades e filosofias que andam rondando seus pensamentos.
O que acontece com as pessoas pra que deixem de viver a vida?
Olhos se encontram ao acaso e logo fogem do contato, tímidos, medrosos, para ignorar(...).
Ninguém diz bom dia, ninguém pede licença ou desculpa, poucos agradecem, muitos são egoístas.
Vamos levando a vida perseguindo desejos e sonhos, fazendo renúncias, aprendendo a amar.
Sexo é tabu, ou motivo de piadas sujas. É uma questão de quantas e não do quanto foi bom.
Mulheres são tratadas feito carne na vitrine não por serem admiravelmente belas e desejáveis, mas por serem descartáveis, em sentimentos e opiniões.
“E aí, comeu?”
É a pergunta da moda pra saber da desenvoltura sexual delas.
“Foi bom, mas ele não beija na hora do sexo, acredita?” Elas indagam com as amigas, lembrando da noite tórrida de um homem pra quem ela se entregou para brincarem juntos. Ela procurava sexo, ele também. Mas bem, ele tem problemas emocionais.
Todos queremos respeito, carinho, orgasmos, uma noite gostosa, alguém pra rir junto, fazer piada besta. Seja para uma vida toda, seja por algumas horas alucinantes – e deixar a semana mais gostosa.
E mesmo que o imediatismo seja o que procuramos, poxa, ainda assim vale a regra do respeito, e do prazer a dois, né?
Nossos “Don Juan’s” deixam a desejar em tantos aspectos, que acaba valendo mais à pena ficar sem sexo do que curtir uma noite despretensiosa.
Ele não sabe dar prazer, não deixa a brincadeira de cabo de guerra pender pro lado dela, não sabe fazer um bom sexo oral. Não sabe brincar, não sabe usar o próprio pau, nem faz ideia de como seduzir uma mulher inteligente.
Amizade com um bom sexo então? Aff... Difícil, hein?
Inebriar as noites, curtir uma boa banda, andar de bicicleta... Um chamego, um xêro, uma rapidinha no intervalo do trabalho.
Se não é só uma noite, mas também não é algo sério, por que não poderia ser divertido?
Bom, acho que as pessoas estão sérias demais, com seus Iphones de ponta, seus fones de ouvido cheios de música, suas preocupações.
Não sorriem, não demoram olhares, procuram sem se dar ao trabalho de expandir, se moverem.
Aí a gente não muda, não faz novas amizades, não conhece novos mundos.
Tantas formas diferentes que há por aí pra se viver a vida, e nos privamos de aprender coisas novas. As manhas e artimanhas de viver.
Um banho de rio regado a amassos, fazer uma trilha e ver o sol dormir acima das nuvens. Cinema, chopp, passar a manhã de domingo na cama. Comer algo gostoso e sentar pra falar das trivialidades e filosofias que andam rondando seus pensamentos.
O que acontece com as pessoas pra que deixem de viver a vida?
Trabalho, casa, faculdade, filhos, objetivos, dinheiro,
posses... aposentadoria.
Aí a saúde foi, o sexo é moderado e menos torrencial, o corpo no espelho é outro, e a empolgação também muda.
Juventude parece uma palavra um tanto antiquada.
Mas a verdade é que ela não tem relação com a idade, e sim com a capacidade de manter a mente jovem, em movimento, em constante evolução.
A Jovialidade faz brilhar os olhos, sorri e abraça o mundo com o dom da serenidade.
E quando o corpo acompanha nossa empolgação por viver, por favor, quero mais é usufruir de tudo que ele pode me proporcionar.
Os cheiros, as paisagens pra prestigiar respirando fundo, os sabores culinários e sexuais, os sons... os muitos sons musicais que instrumentos e bocas podem emitir. O vento no rosto, as conversas estimulantes.
Mas nem todo mundo é espirituoso, nem todo mundo aprecia viver.
Então fazem sexo meia boca, fazem amigos com reservas e superficialidade, sorriem com máscaras, têm sempre segunda intenção em tudo o que fazem.
Imediatistas, gananciosos, orgulhosos, egoístas.
As pessoas não sabem amar o som do dia amanhecendo, julgam tudo e todos, e mantém os olhos desbotados num chão de pensamentos insípidos.
E quando uma flor se aproxima, rodando sua saia, brincando com defeitos, sorrindo para estranhos, passa desapercebida.
Quem não sabe reconhecer um bom cheiro quando o sente, não saberá colher uma flor sem magoá-la.
Então a gente sofre. Pelo desejo de estar junto de alguém, aceitamos pessoas nem sempre bem intencionadas na caminhada e/ou na cama.
Particularmente, aprendi que é melhor ficar só em alguns momentos. E perseguir a felicidade onde ela realmente esteja, sem culpa, sem medo, de peito aberto para as coisas lindas que o mundo tem a nos oferecer.
Aí a saúde foi, o sexo é moderado e menos torrencial, o corpo no espelho é outro, e a empolgação também muda.
Juventude parece uma palavra um tanto antiquada.
Mas a verdade é que ela não tem relação com a idade, e sim com a capacidade de manter a mente jovem, em movimento, em constante evolução.
A Jovialidade faz brilhar os olhos, sorri e abraça o mundo com o dom da serenidade.
E quando o corpo acompanha nossa empolgação por viver, por favor, quero mais é usufruir de tudo que ele pode me proporcionar.
Os cheiros, as paisagens pra prestigiar respirando fundo, os sabores culinários e sexuais, os sons... os muitos sons musicais que instrumentos e bocas podem emitir. O vento no rosto, as conversas estimulantes.
Mas nem todo mundo é espirituoso, nem todo mundo aprecia viver.
Então fazem sexo meia boca, fazem amigos com reservas e superficialidade, sorriem com máscaras, têm sempre segunda intenção em tudo o que fazem.
Imediatistas, gananciosos, orgulhosos, egoístas.
As pessoas não sabem amar o som do dia amanhecendo, julgam tudo e todos, e mantém os olhos desbotados num chão de pensamentos insípidos.
E quando uma flor se aproxima, rodando sua saia, brincando com defeitos, sorrindo para estranhos, passa desapercebida.
Quem não sabe reconhecer um bom cheiro quando o sente, não saberá colher uma flor sem magoá-la.
Então a gente sofre. Pelo desejo de estar junto de alguém, aceitamos pessoas nem sempre bem intencionadas na caminhada e/ou na cama.
Particularmente, aprendi que é melhor ficar só em alguns momentos. E perseguir a felicidade onde ela realmente esteja, sem culpa, sem medo, de peito aberto para as coisas lindas que o mundo tem a nos oferecer.
A solidão pela paz, a companhia por ser agradavelmente bem vinda. Simples assim.
