Abre ele pra mim – pediu – quero sentir se abrir, me puxe pra dentro.
Ela é linda. Gostosa como só.
Não podia deixar de aproveitar e sentir o prazer daquele momento.
Ela de quatro, já extasiada pelos primeiros orgasmos. Estavam transando por todo o final de semana. Sexo em todos os estilos e posições, por toda a casa.
Corada, levemente suada, cabelos já desarrumados que lhe acentuavam ainda mais a beleza.
Exalava um cheiro distinto, perfumado. Cheiro do tesão.
Não podia deixar de aproveitar e sentir o prazer daquele momento.
Ela de quatro, já extasiada pelos primeiros orgasmos. Estavam transando por todo o final de semana. Sexo em todos os estilos e posições, por toda a casa.
Corada, levemente suada, cabelos já desarrumados que lhe acentuavam ainda mais a beleza.
Exalava um cheiro distinto, perfumado. Cheiro do tesão.
Quando sentiu o membro quente e rijo encostar-lhe a cabeça
empinou e gemeu. Estava esperando por mais. Estava querendo mais.
Aquele homem tinha mãos que lhe seguravam com firmeza, e ainda assim sabiam lhe acarinhar na hora certa. Sexo no chuveiro, sobre a mesa da cozinha, no chão. O tesão havia se apoderado do seu corpo e parecia só crescer, se espalhando por todo o ambiente.
Aquele homem tinha mãos que lhe seguravam com firmeza, e ainda assim sabiam lhe acarinhar na hora certa. Sexo no chuveiro, sobre a mesa da cozinha, no chão. O tesão havia se apoderado do seu corpo e parecia só crescer, se espalhando por todo o ambiente.
Obedeceu. Sem usar as mãos abriu-se e sentiu uma leve pressão sucedida de um arrepio.
Fez entrar, sugar. A cada movimento sentia beijos tomarem sua nuca, as mãos acariciando seus seios arrepiados e levemente entumecidos pelo fogo que logo subiam às costas, arrastando as unhas. Estavam totalmente conectados, vivendo o prazer, e só o prazer.
O tempo não importava e os pensamentos não se desviavam do ato, em cada passear da língua... apreciação, da beleza contida naquele corpo, naquele momento.
Logo estavam mais uma vez abraçados, ela tendo-o por
completo dentro de si. Sua respiração ofegava, as palavras saíam gemidas, o
corpo lânguido fundia os desejos.
O tinha por trás, tomando seu corpo por completo, entrando, saindo. Num ritmo ascendente lhe penetrava sem medo. Sabia que não causava dor, e quanto mais a tomava, por mais ela pedia.
Reconheceu-lhe o gemido pré-orgásmico, e sabia que agora precisava ir mais rápido, mais forte. Beijou-lhe sugando a língua. Ela conhecia aquele beijo do seu homem. Estava agora determinado a parar só depois que ela gozasse. Só o conhecimento disso lhe trouxe uma nova onda lubrificante.
A via de quatro arranhando os lençóis, puxando pelo travesseiro que lhe abafariam os gemidos, pois gostava de gemer alto.
O tinha por trás, tomando seu corpo por completo, entrando, saindo. Num ritmo ascendente lhe penetrava sem medo. Sabia que não causava dor, e quanto mais a tomava, por mais ela pedia.
Reconheceu-lhe o gemido pré-orgásmico, e sabia que agora precisava ir mais rápido, mais forte. Beijou-lhe sugando a língua. Ela conhecia aquele beijo do seu homem. Estava agora determinado a parar só depois que ela gozasse. Só o conhecimento disso lhe trouxe uma nova onda lubrificante.
A via de quatro arranhando os lençóis, puxando pelo travesseiro que lhe abafariam os gemidos, pois gostava de gemer alto.
Queria que ele soubesse quanto prazer concediam aquele pau,
mãos, boca, a própria imagem daquele corpo nu. Mas ele bem sabia o quanto era
apreciado, tão úmida ela se lhe acolhia.
Amara aquele corpo vezes suficiente para entender que seus breves orgasmos eram pequenas ondas antes do tsunami.
Sentindo-a ainda mais molhada lhe tomou o quadril nas mãos, segurando firme, e penetrou-a agora com força. Fazendo seu membro entrar por completo, em alternância com a saída lenta.
Aquilo a fez arquear, abrindo a boca que sorridente gemeu alto.
A velocidade frenética o levava ao limite.
Foi quando ela , como quem já gozava, sussurrou:
– Eu vou...
Não concluiu a frase. Não precisava.
Seu rosto confessava o orgasmo. Aquele olhar que o fazia gozar.
Então estocou uma última vez, gemendo ao entrar até o fundo e presenteá-la com seu gozo.
Amara aquele corpo vezes suficiente para entender que seus breves orgasmos eram pequenas ondas antes do tsunami.
Sentindo-a ainda mais molhada lhe tomou o quadril nas mãos, segurando firme, e penetrou-a agora com força. Fazendo seu membro entrar por completo, em alternância com a saída lenta.
Aquilo a fez arquear, abrindo a boca que sorridente gemeu alto.
A velocidade frenética o levava ao limite.
Foi quando ela , como quem já gozava, sussurrou:
– Eu vou...
Não concluiu a frase. Não precisava.
Seu rosto confessava o orgasmo. Aquele olhar que o fazia gozar.
Então estocou uma última vez, gemendo ao entrar até o fundo e presenteá-la com seu gozo.
