Da pegada
Muito se ouve sobre a importância de “ter pegada” na hora
do sexo. Pouco se fala sobre o que quer dizer pegada pra cada um. E quando o
tema é tão pessoal e intransferível quanto nossa sexualidade, não há como criar
um conceito definitivo.
Mas certamente podemos falar sobre o que não é pegada.
Não dá pra confundir, por exemplo, força bruta com pegada. A não ser que seja do fetiche de ambos um sexo mais brutal, com tapas fortes, apertões de deixar a pele roxa por dias e coisas do tipo... Não se trata de pegada. Nesse caso, é fetiche. Como algumas pessoas tem fetiche por ter os cabelos puxados na hora de gozar, ter os pés do/a amante na boca durante o sexo, etc.
Mas certamente podemos falar sobre o que não é pegada.
Não dá pra confundir, por exemplo, força bruta com pegada. A não ser que seja do fetiche de ambos um sexo mais brutal, com tapas fortes, apertões de deixar a pele roxa por dias e coisas do tipo... Não se trata de pegada. Nesse caso, é fetiche. Como algumas pessoas tem fetiche por ter os cabelos puxados na hora de gozar, ter os pés do/a amante na boca durante o sexo, etc.
Pegada tem muito a ver com a exposição do desejo. Se a/o
deseja, demonstre!
Ali está a raiz da questão sem medo de errar.
Tomar essa mulher nos braços e/ou cintura, dar a ela sustentação para se movimentar sem perder o ritmo, beija-la com vontade e fazer suas vontades, isso sim é pegada.
Se ela gosta e pede, morda, arranhe, segure os cabelos da nuca com força, tapinha no bumbum, beijos no pescoço, chupão pelo corpo... vale tudo.
Só não vale deixar ela fazer tudo sozinha, ficar naquele arroz com feijão transa após transa até que percam completamente o tesão um pelo outro.
Preguiça e pegada são opostos que se repelem.
Quem não gosta de se sentir sendo agarrado/a com vontade?
Um abraço apertado, um beijo caliente?
Toda mulher tem certa atração pela força física do seu homem, o fato de que ele pode levanta-la com facilidade é excitante. Ela gosta de sentir a musculatura dele se enrijecendo durante as estocadas, junto com seu membro pulsante.
Assim como também é “pegada” acaricia-la a ponto de fazer arrepiar, uma boa lambida entre suas pernas, ser levantada no colo ou jogada na cama.
Pegada está mais para conexão do que para adivinhação.
É a capacidade de perceber os detalhes, a linguagem corporal revelando o que se deseja.
Perceber os humores e sabores, conhecer sua mulher a ponto de saber que quando está próximo à sua menstruação ela gosta do sexo mais quente ou mesmo carinhoso. Sentir no beijo e na forma como ela se aproxima do seu corpo, o tipo de pegada que ela precisa.
Pegada não é brutalidade, não é grosseria, não é insensibilidade.
É entender e se fazer entender. Saber que um dia estressante pode ser aliviado com uma boa foda e que essa foda faz toda a diferença para começar bem o dia seguinte.
Pegada tem massagem, carinho, chupada, arranhão, lambida, estocada forte, ou conchinha num amor suave e demorado.
Principalmente, não importando quanto tempo você conhece seu/sua amante, pegada é deixar o ego de lado e se preocupar em DAR PRAZER.
Então não tem desculpa por ser sexo de uma noite, ou ser a mesma pessoa há anos.
Quem gosta, quer bem e se importa, se doa. Dá antes de querer receber e nessa recíproca, eleva os níveis de prazer tornando cada transa algo único e delirante.
Não seja mesquinho/a economizando, minimizando, simplificando.
Rota programada, com as mesmas manobras manjadas, faz a gente começar a pensar que diabos está fazendo ali de novo, se já até perdeu o ânimo.
E sexo sem graça, se acha em qualquer lugar.
Ali está a raiz da questão sem medo de errar.
Tomar essa mulher nos braços e/ou cintura, dar a ela sustentação para se movimentar sem perder o ritmo, beija-la com vontade e fazer suas vontades, isso sim é pegada.
Se ela gosta e pede, morda, arranhe, segure os cabelos da nuca com força, tapinha no bumbum, beijos no pescoço, chupão pelo corpo... vale tudo.
Só não vale deixar ela fazer tudo sozinha, ficar naquele arroz com feijão transa após transa até que percam completamente o tesão um pelo outro.
Preguiça e pegada são opostos que se repelem.
Quem não gosta de se sentir sendo agarrado/a com vontade?
Um abraço apertado, um beijo caliente?
Toda mulher tem certa atração pela força física do seu homem, o fato de que ele pode levanta-la com facilidade é excitante. Ela gosta de sentir a musculatura dele se enrijecendo durante as estocadas, junto com seu membro pulsante.
Assim como também é “pegada” acaricia-la a ponto de fazer arrepiar, uma boa lambida entre suas pernas, ser levantada no colo ou jogada na cama.
Pegada está mais para conexão do que para adivinhação.
É a capacidade de perceber os detalhes, a linguagem corporal revelando o que se deseja.
Perceber os humores e sabores, conhecer sua mulher a ponto de saber que quando está próximo à sua menstruação ela gosta do sexo mais quente ou mesmo carinhoso. Sentir no beijo e na forma como ela se aproxima do seu corpo, o tipo de pegada que ela precisa.
Pegada não é brutalidade, não é grosseria, não é insensibilidade.
É entender e se fazer entender. Saber que um dia estressante pode ser aliviado com uma boa foda e que essa foda faz toda a diferença para começar bem o dia seguinte.
Pegada tem massagem, carinho, chupada, arranhão, lambida, estocada forte, ou conchinha num amor suave e demorado.
Principalmente, não importando quanto tempo você conhece seu/sua amante, pegada é deixar o ego de lado e se preocupar em DAR PRAZER.
Então não tem desculpa por ser sexo de uma noite, ou ser a mesma pessoa há anos.
Quem gosta, quer bem e se importa, se doa. Dá antes de querer receber e nessa recíproca, eleva os níveis de prazer tornando cada transa algo único e delirante.
Não seja mesquinho/a economizando, minimizando, simplificando.
Rota programada, com as mesmas manobras manjadas, faz a gente começar a pensar que diabos está fazendo ali de novo, se já até perdeu o ânimo.
E sexo sem graça, se acha em qualquer lugar.
