Duas morenas


Era uma daquelas festas que viram a noite e terminam num banho de piscina com churrasco no dia seguinte. Estavam todos se divertindo com a banda – e as muitas batidas alcoolicas que eram servidas a open bar – segui para a copa com uma garota esbelta e ainda na casa dos vinte anos.
Veja bem, apesar de estar nos meus quarenta, sou um homem ativo e esportista. Gosto de correr 3km toda manhã além de praticar escalada e yoga.
Meu corpo não deixa nada a desejar e na loteria genética saí abençoado por cabelos e olhos claros.
Já ela, tão esguia e bêbada, não continha o tesão que sentia. A blusa que usava, sem roupa íntima por baixo, denotava os mamilos arrepiados que moldavam em perfeição seios cuidadosamente esculpidos pela mãe natureza.
Logo que encontramos um local razoavelmente isolado ela me beijou desinteressadamente a boca, seguindo voraz pelo meu peito e barriga até tomar com vontade em uma única bocada, molhada, meu pênis quase que por completo. Confesso que não esperava por essa, o que me rendeu uma entumecida legal no cidadão que fervilhava com aquela língua passeando por ele.
Meu pau logo se endureceu feito pedra e tudo o que queria era poder tomá-la ali, de costas, abrindo suas pernas apoiada na mesa. Estava por fazer acontecer quando levantei os olhos e percebi uma ninfeta dos seus 17 anos nos observando da porta.
Não ouvi a porta abrir, mas seus olhos incendiados não se baixaram acanhados quando perceberam os meus. Ela me fitou por alguns segundos e entreabrindo os lábios desceu os olhos negros na direção do meu pênis sendo sugado pela entusiasmada garota.
A merda já estava feita, então arrisquei.
A convidei a se juntar a nós, perguntei se queria experimentar o gosto do meu pau.
Certo de que ela se retiraria a vi vindo em nossa direção, silenciosa, marota.
Ela parou, e enquanto meu boquete continuava entusiasmado ela falou em meu ouvido:
“Quero sim, sempre quis saber como é provar uma mulher”

Senti meu pau pulsar. Enquanto a ninfeta curiosa se ajoelhava, fechei os olhos e coloquei cada mão sobre uma das gostosas morenas que eu tinha me servindo, que me deixariam brincar junto com elas.
Tivemos que procurar um quarto para continuar as brincadeiras naquela noite.
Fomos sensação, sendo o quarto mais visitado naquela festa alucinante.