Era ele na parede da memória
Sexy, boêmio, leviano
Carregava aqueles minutos de conversa e beijo
Com um ar receoso de “quero mais” a cada memória revisitada
Mãos habilidosas, hálito quente, respiração profunda a cada beijo cobrindo-lhe o pescoço
Uma voz apetitosa ao pé do ouvido que lhe percorria o arrepiado corpo,
desenbocando no sexo úmido que pedia aproximação, penetração.
Ondulantes quadris de encontro ao prazer
Larga dose de similaridade,
Carregava aqueles minutos de conversa e beijo
Com um ar receoso de “quero mais” a cada memória revisitada
Mãos habilidosas, hálito quente, respiração profunda a cada beijo cobrindo-lhe o pescoço
Uma voz apetitosa ao pé do ouvido que lhe percorria o arrepiado corpo,
desenbocando no sexo úmido que pedia aproximação, penetração.
Ondulantes quadris de encontro ao prazer
Larga dose de similaridade,
nos trejeitos do sujeito que se lhe tomava os pensamentos
Frustração.
Carecia agora de pura imaginação a completar tudo o que ficou no ar
Na palavra solta, insensata
Ela bem sabia o que tinha nas mãos
Ele, no entanto, não fazia ideia
Tomava-lhe o gemido que suspirava contido
Sem suspeitar tamanho prazer e deleite que ela lhe oferecia sincera
Naquele pedido por passar um dia a dois, esquecidos do mundo
Frustração.
Carecia agora de pura imaginação a completar tudo o que ficou no ar
Na palavra solta, insensata
Ela bem sabia o que tinha nas mãos
Ele, no entanto, não fazia ideia
Tomava-lhe o gemido que suspirava contido
Sem suspeitar tamanho prazer e deleite que ela lhe oferecia sincera
Naquele pedido por passar um dia a dois, esquecidos do mundo
Deteve-se.
Estava para o prazer, “que se foda a frustração”.
Tinha o corpo ardente, a mente livre, a boca sedenta.
Retomou a lembrança sem demora.
“É bom ter de tudo um pouco”, brincava seguro de si.
Naquele breu mal podia ver seus olhos, tateava-lhe o peitoril, os braços fortes
Percorrendo mentalmente o menu de manobras sensuais que ali sorveria aos beijos
Moreno, alto, forte, gostoso.
Presente divino para uma mulher que saberia bem o que fazer daquele corpo
Estava para o prazer, “que se foda a frustração”.
Tinha o corpo ardente, a mente livre, a boca sedenta.
Retomou a lembrança sem demora.
“É bom ter de tudo um pouco”, brincava seguro de si.
Naquele breu mal podia ver seus olhos, tateava-lhe o peitoril, os braços fortes
Percorrendo mentalmente o menu de manobras sensuais que ali sorveria aos beijos
Moreno, alto, forte, gostoso.
Presente divino para uma mulher que saberia bem o que fazer daquele corpo
Fantasiou agora sem limites.
Permaneciam no breu, na maresia, sob o céu noturno.
Gozava daquelas mãos, naqueles beijos
Entre seus braços, a sós.
Mais abusada, gemia alto, pedindo dengosa por mais
E quando ouviu dele a súplica por libertar o pau daqueles trajes que lhe apertavam
Virou-se felina subindo sobre seu corpo.
Beijou-lhe a boca, voraz, descendo centímetro a centímetro, saboreando
Permaneciam no breu, na maresia, sob o céu noturno.
Gozava daquelas mãos, naqueles beijos
Entre seus braços, a sós.
Mais abusada, gemia alto, pedindo dengosa por mais
E quando ouviu dele a súplica por libertar o pau daqueles trajes que lhe apertavam
Virou-se felina subindo sobre seu corpo.
Beijou-lhe a boca, voraz, descendo centímetro a centímetro, saboreando
Provava seu gosto salgado, mordiscava, chupava, beijava
Percorria-lhe o corpo com boca, mãos, seios
Deixando sobrar leves as unhas, arrancando o cinto, abrindo, abaixando
Até ter livre o pulsante, suplicante pau, que lhe pedia alívio
Com requintes de crueldade apertava-lhe com a barriga, os seios, por sobre a cueca enquanto beijava o peito descendo devagar pela barriga
Percorria-lhe o corpo com boca, mãos, seios
Deixando sobrar leves as unhas, arrancando o cinto, abrindo, abaixando
Até ter livre o pulsante, suplicante pau, que lhe pedia alívio
Com requintes de crueldade apertava-lhe com a barriga, os seios, por sobre a cueca enquanto beijava o peito descendo devagar pela barriga
Mordiscando, lambendo, gemendo
Ele sobrava, grande, espaçoso, rijo
Tinha o vigor necessário para horas de tesão.
Ele sobrava, grande, espaçoso, rijo
Tinha o vigor necessário para horas de tesão.
Com a língua molhada lambeu parcialmente seu pau, somente a
parte que sobrava fora da roupa
Menina má, gosta de torturar porque sabe compensar pelas travessuras
Manobrou com as mãos o membro latejante de encontro ao umbigo.
Com os dentes baixou a peça íntima sem pressa.
Num lance subiu à boca tomando-lhe o rosto entre as mãos, olhos nos olhos
Um sorriso malicioso no olhar e no canto da boca.
Desceu escorregando as mãos pelo corpo dele de encontro à base do seu pênis
Com a língua molhada e suavizada lambeu da base à ponta devagar, deixando a saliva lubrificar
Sem as mãos, tomou a cabeça entre os lábios chupando com certo vigor para que entrasse num ritmo lento e contínuo
Encaixe perfeito da cabeça de encontro ao céu da boca.
Tinha a boca quente e úmida descendo pelo membro grosso e grande continuamente
Até que enfim a cabeça lhe encostasse às amigdalas
Ali parou, tomou a base do pênis com três dedos e lhe apertou estrangulando levemente.
Seu homem, acreditado de ter nos braços uma garota inexperiente, lhe observava atônito.
Tomou-lhe a cabeça com a mão e vendo seu olhar safado apertou de leve, permitindo que lhe conhecesse alguns milímetros a mais da boca quente
Feito isso ela soltou a base e passou a deixar escapar lentamente o pênis boca afora com um gemido
Lambeu os lábios e deitando confortavelmente tomou-o novamente entre as mãos, dessa vez feito uma chupeta que apreciava gemendo baixinho.
Habilidosa, alternava movimentos leves e rasos com outros mais fortes e profundos, buscando a cada investida tomar alguns milímetros a mais da chupeta boca adentro.
Passados alguns minutos de deleite e entrega, ele, que acariciava seu corpo ainda vestido passou a imaginar como seria aquele corpo alvo, nu debaixo das estrelas.
Ela, gostosa e fogosa, parecendo adivinhar seus pensamentos, sem desgrudar a boca de seu brinquedo, levantou a saia devagar, deixando notar suas pernas
Com uma mão desceu a calcinha e lhe deu na mão.
Logo retornou as mãos para debaixo da saia e pelos movimentos do quadril ele notou que se masturbava enquanto gemia cada vez mais alto.
Percebeu nosso personagem, finalmente, que tinha ali, ao alcance de suas mãos,
Menina má, gosta de torturar porque sabe compensar pelas travessuras
Manobrou com as mãos o membro latejante de encontro ao umbigo.
Com os dentes baixou a peça íntima sem pressa.
Num lance subiu à boca tomando-lhe o rosto entre as mãos, olhos nos olhos
Um sorriso malicioso no olhar e no canto da boca.
Desceu escorregando as mãos pelo corpo dele de encontro à base do seu pênis
Com a língua molhada e suavizada lambeu da base à ponta devagar, deixando a saliva lubrificar
Sem as mãos, tomou a cabeça entre os lábios chupando com certo vigor para que entrasse num ritmo lento e contínuo
Encaixe perfeito da cabeça de encontro ao céu da boca.
Tinha a boca quente e úmida descendo pelo membro grosso e grande continuamente
Até que enfim a cabeça lhe encostasse às amigdalas
Ali parou, tomou a base do pênis com três dedos e lhe apertou estrangulando levemente.
Seu homem, acreditado de ter nos braços uma garota inexperiente, lhe observava atônito.
Tomou-lhe a cabeça com a mão e vendo seu olhar safado apertou de leve, permitindo que lhe conhecesse alguns milímetros a mais da boca quente
Feito isso ela soltou a base e passou a deixar escapar lentamente o pênis boca afora com um gemido
Lambeu os lábios e deitando confortavelmente tomou-o novamente entre as mãos, dessa vez feito uma chupeta que apreciava gemendo baixinho.
Habilidosa, alternava movimentos leves e rasos com outros mais fortes e profundos, buscando a cada investida tomar alguns milímetros a mais da chupeta boca adentro.
Passados alguns minutos de deleite e entrega, ele, que acariciava seu corpo ainda vestido passou a imaginar como seria aquele corpo alvo, nu debaixo das estrelas.
Ela, gostosa e fogosa, parecendo adivinhar seus pensamentos, sem desgrudar a boca de seu brinquedo, levantou a saia devagar, deixando notar suas pernas
Com uma mão desceu a calcinha e lhe deu na mão.
Logo retornou as mãos para debaixo da saia e pelos movimentos do quadril ele notou que se masturbava enquanto gemia cada vez mais alto.
Percebeu nosso personagem, finalmente, que tinha ali, ao alcance de suas mãos,
Mulher muito da fogosa, com ares de loba e corpo de menina.
Sentiu seu pau, se é que fosse possível, ficar ainda mais
rijo
Ao que ela com uma chupada daquelas que estalam ao soltar, lançou-lhe o olhar desafiador
De quatro sobre seu corpo, engatinhando felina, subiu mordendo os lábios
E aproximando-se do seu ouvido levemente ofegante disse:
Ao que ela com uma chupada daquelas que estalam ao soltar, lançou-lhe o olhar desafiador
De quatro sobre seu corpo, engatinhando felina, subiu mordendo os lábios
E aproximando-se do seu ouvido levemente ofegante disse:
–
Quero mais!
No relance da imagem que tomou sua mente, das circunstâncias,
do que ele poderia fazer
Ela teve seu orgasmo.
Daqueles insatisfatórios, com sua flor úmida e pedindo por mais.
Era tudo o que lhe restava.
A lembrança mista da fantasia, por um homem que já lhe esquecera.
Daqueles insatisfatórios, com sua flor úmida e pedindo por mais.
Era tudo o que lhe restava.
A lembrança mista da fantasia, por um homem que já lhe esquecera.
