Era verbo feito numa carne suculenta, gostosa de mordiscar,
lamber, provar.
Tomava meu fôlego como nuvem que passa ao vento.
Que assim sem querer se torna chuva e molha o corpo todo com
o suor do prazer.
Vinha lânguida entre beijos e mordidas, provando minha boca e
meu sexo.
Pele dourada, do pêlo eriçado e boca carnuda, das coxas que facilmente se abrem.
Foi se apoderando do meu corpo a cada lambida, provocante, desafiante.
Queria ser tomada com força, num quadril que se alça ao ar pedindo pelas mãos fortes que lhe tomem, pelo membro duro que lhe penetre.
Com seus gestos sem timidez, seu rosto de boca entreaberta que geme pedindo por mais.
Palavras obscenas, pedindo por uma palmada, que se lhe dê o nome correto: “Gostosa!”
Queria gozar, queria minha língua, exigia meu pau, não sossegava enquanto minhas mãos não lhe tomassem posse. Toda safada rebolava sentada sobre mim exibindo as costas nuas, o cabelo se lançando de um lado a outro enquanto ela brincava procurando o ângulo que desse a meu pau o prazer de executar o serviço: Gozo de uma mulher saliente.
Me virou de um lado a outro, mandona, insatisfeita. Rebolando no meu pau de todo ângulo possível.
Só parou quando a tomei por trás, deitada, empinando o bumbum. Quando enrolei minhas pernas nas dela de modo que a domasse. Conhecia muito bem minha mulher.
Cheia de unhas e gemidos, assim se tomou por satisfeita e pediu por força.
Pois bem, segurei seus cabelos como quem segura a pipa contra o vento da tempestade.
Sua rabiola estava entre minhas coxas, balançando enlouquecida.
Dei-lhe uma, daquelas de fazer entrar tudo, com força, com vontade.
Gemeu baixinho, agora parecendo receber o que queria.
Brinquei com entradas rasas e lentas e logo que se enfureceu novamente, dei-lhe outra!
Pele dourada, do pêlo eriçado e boca carnuda, das coxas que facilmente se abrem.
Foi se apoderando do meu corpo a cada lambida, provocante, desafiante.
Queria ser tomada com força, num quadril que se alça ao ar pedindo pelas mãos fortes que lhe tomem, pelo membro duro que lhe penetre.
Com seus gestos sem timidez, seu rosto de boca entreaberta que geme pedindo por mais.
Palavras obscenas, pedindo por uma palmada, que se lhe dê o nome correto: “Gostosa!”
Queria gozar, queria minha língua, exigia meu pau, não sossegava enquanto minhas mãos não lhe tomassem posse. Toda safada rebolava sentada sobre mim exibindo as costas nuas, o cabelo se lançando de um lado a outro enquanto ela brincava procurando o ângulo que desse a meu pau o prazer de executar o serviço: Gozo de uma mulher saliente.
Me virou de um lado a outro, mandona, insatisfeita. Rebolando no meu pau de todo ângulo possível.
Só parou quando a tomei por trás, deitada, empinando o bumbum. Quando enrolei minhas pernas nas dela de modo que a domasse. Conhecia muito bem minha mulher.
Cheia de unhas e gemidos, assim se tomou por satisfeita e pediu por força.
Pois bem, segurei seus cabelos como quem segura a pipa contra o vento da tempestade.
Sua rabiola estava entre minhas coxas, balançando enlouquecida.
Dei-lhe uma, daquelas de fazer entrar tudo, com força, com vontade.
Gemeu baixinho, agora parecendo receber o que queria.
Brinquei com entradas rasas e lentas e logo que se enfureceu novamente, dei-lhe outra!
Gemeu baixinho, agarrando a fronha entre os dentes, unhas
postas puxando os lençóis.
Aquilo me deixou rijo e a pulsação que o fez mover entre seus lábios, dentro de sua molhada e quente buceta a fez soltar um som de satisfação, elogiando o pau duro que a tomava.
O movi buscando o ponto, massageando aquela delícia por dentro. Se arrepiava e me olhava de relance com a boca suculenta pedindo mais.
Dei-lhe então a sequência de entradas mais alucinante que ela já sentiu, sem parar até que não suportasse mais e gozasse. E gozou, enquanto lhe segurava os cabelos entre os dedos e metia sem piedade com requintes de força e constância.
Foi só quando senti seu corpo relaxar que soltei seus cabelos e lhe beijei o pescoço, mordiscando e a nomeando gostosa. Mas não, não parei, não tirei. Continuei agora com menos força e mais velocidade até que ela tornasse a ficar tensa sob mim.
Não demorou pra voltar a gemer toda dengosa. Não pedia mais por força, estava derretida nos meus braços e quando gozou pela segunda vez tomei seu quadril entre as mãos e a levantei.
A cabeça nos travesseiros, a bunda no ar, pronta pra dar.
Provei seu gozo com uma lambida longa e molhada, era minha vez de gozar. Bem, na verdade, nossa. Ela sempre apreciou um bom sexo anal.
Massageei com um bom lubrificante e fui entrando devagar. Ela não resistia, se abria pedindo que eu entrasse devagar e assim fiz, primeiro a cabeça e depois o resto do membro entumecido, entrando um pouquinho mais a cada investida. Logo estava duro, dentro. e ela agora voltava a mostrar as unhas, a ficar inquieta, querendo mais.
Tirei até a metade e fui metendo devagar, aumentando a intensidade aos poucos.
Os gemidos voltaram, a bunda se empinava enquanto socava ele agora por completo e ela pediu velocidade, sabendo que me faria gozar.
Dei o que ela queria, meti com vontade, sem parar, até que a ensopasse com meu gozo.
Gozada, exigiu que eu continuasse, queria o gozo também.
Agora menos apertado, gozado, aquele cuzinho desfrutava da força que restava do meu pau e gozava também.
Aquilo me deixou rijo e a pulsação que o fez mover entre seus lábios, dentro de sua molhada e quente buceta a fez soltar um som de satisfação, elogiando o pau duro que a tomava.
O movi buscando o ponto, massageando aquela delícia por dentro. Se arrepiava e me olhava de relance com a boca suculenta pedindo mais.
Dei-lhe então a sequência de entradas mais alucinante que ela já sentiu, sem parar até que não suportasse mais e gozasse. E gozou, enquanto lhe segurava os cabelos entre os dedos e metia sem piedade com requintes de força e constância.
Foi só quando senti seu corpo relaxar que soltei seus cabelos e lhe beijei o pescoço, mordiscando e a nomeando gostosa. Mas não, não parei, não tirei. Continuei agora com menos força e mais velocidade até que ela tornasse a ficar tensa sob mim.
Não demorou pra voltar a gemer toda dengosa. Não pedia mais por força, estava derretida nos meus braços e quando gozou pela segunda vez tomei seu quadril entre as mãos e a levantei.
A cabeça nos travesseiros, a bunda no ar, pronta pra dar.
Provei seu gozo com uma lambida longa e molhada, era minha vez de gozar. Bem, na verdade, nossa. Ela sempre apreciou um bom sexo anal.
Massageei com um bom lubrificante e fui entrando devagar. Ela não resistia, se abria pedindo que eu entrasse devagar e assim fiz, primeiro a cabeça e depois o resto do membro entumecido, entrando um pouquinho mais a cada investida. Logo estava duro, dentro. e ela agora voltava a mostrar as unhas, a ficar inquieta, querendo mais.
Tirei até a metade e fui metendo devagar, aumentando a intensidade aos poucos.
Os gemidos voltaram, a bunda se empinava enquanto socava ele agora por completo e ela pediu velocidade, sabendo que me faria gozar.
Dei o que ela queria, meti com vontade, sem parar, até que a ensopasse com meu gozo.
Gozada, exigiu que eu continuasse, queria o gozo também.
Agora menos apertado, gozado, aquele cuzinho desfrutava da força que restava do meu pau e gozava também.
Estava feito, muito bem gozado.
Éramos agora os amantes exauridos, abraçados
num sono profundo.
